Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
Você falha quando acha que está sempre seguro mesmo em sua própria casa ou realizando atividades rotineiras. Falha quando acredita que a violência só atinge as outras pessoas ou está restrita a certos lugares. Erra quando não aproveita a primeira oportunidade para reagir ou quando reage no momento errado.
"Os delegados querem isonomia com o Judiciário e o Ministério Público. Querem isso para depois pedirem aumento salarial. Sempre sonharam com isso", afirmou o presidente da Fenapef, Marcos Wink. Para ele, as formalidades do tratamento a delegados são um desserviço.
11/08/2010
Autor: Roberto Sander

Rio de Janeiro, capital da República, madrugada de 12 de maio de 1954. O repórter Nestor Moreira, do jornal 'A Noite', depois de deixar uma boate, se envolve em uma discussão com um motorista de táxi por causa do preço da corrida. O que seria um acontecimento banal acabou se transformando numa tragédia que abalaria o país. Conduzido, ao lado do motorista, para o 2° Distrito Policial de Copacabana, Nestor Moreira seria recebido pelo guarda-civil Paulo Ribeiro Peixoto, conhecido pela alcunha de 'Coice de Mula'. Era o mesmo distrito que investigava o assassinato de uma bela francesa. Nestor, que cobria o caso, avançava mais nas investigações do que a própria polícia, que, por isso, era alvo de críticas e acabou brutalmente espancado por Peixoto, morrendo depois de ficar internado por onze dias no Hospital Miguel Couto. Foi uma comoção e o estopim de uma grave crise política - a oposição responsabilizava Getúlio Vargas pelo episódio - que culminaria com a morte do presidente três meses depois. Neste livro, escrito como se fosse uma grande reportagem, personagens como Carlos Lacerda, João Goulart, Tancredo Neves, Samuel Wainer, Golbery do Couto e Silva e Getúlio Vargas estão frente a frente em um dos momentos mais dramáticos da história brasileira. O prefácio é do jornalista e escritor Domingos Meirelles.
ISBN: 8562063185
ISBN-13: 9788562063183
Livro em português
Brochura
- 23 x 16 cm - Peso 0,340 Kg 1ª Edição - 2010
192 pág.