Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos
Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.
O teor das considerações expressas neste espaço são de inteira e exclusiva responsabilidade dos respectivos signatários, inclusive no caso de ações judiciais. Portanto, as opiniões aqui expressas não tem qualquer vínculo com a FENAPEF.
Por: Carlos Ely
Massimo Pavarini, professor italiano da Universidade de Bolonha em entrevista a Folha de São Paulo ao descrever sobre questões vinculadas a penalização criminal sugeriu a leitura da obra “Nothing Works” {nada funciona} e ao referir-se sobre o aumento das penas na busca de segurança alfinetou: “É uma idéia louca, um pecado”.
O Mestre Pavarini sustenta também o fracasso das prisões, da ressocialização e um consenso entre os maiores criminólogos do mundo que o Direito Penal está na contramão da história.
Atribui o entrevistado a responsabilidade as políticas neoliberais e por suas ligações com ideologias de esquerda entende que a punição, por si só, é um obstáculo ao Estado de Direito social.
Reconheço que o “homem” é uma fera como cientista e pesquisador e reconheço também que quando o professor Massimo diz “Uma prisão de merda custa 250 euros / apenado / dia na Itália. Não faz sentido usar algo tão caro para qualquer criminoso”. É mesmo uma merda das grandes.
De minha parte leio e releio e tento conviver com a realidade e muitas vezes não chego a lugar algum.
Se prender o “bicho pega”, se soltar o “bicho come” ou quem sabe a gente une esforços comunitários em nome de sei lá que ideologia e idealizamos uma mirabolante campanha de uma máxima da Ciência Jurídica – Em caso de dúvida, pró réu -.
Se nada funciona alguma coisa um dia vai ter que funcionar.
Saudações criminológicas.
*Carlos Ely é secretário de segurança do cidadão de Itajaí/SC.
Fonte: Agência Fenapef