OPF

HUMOR

LEITURA E LAZER

NÍVEL SUPERIOR

VEJA TAMBÉM

Sindical

Superintendente da PF manda punir servidor por participar de reunião sindical» Superintendente da PF manda punir servidor por participar de reunião sindical

Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.

Nacional

TCU manda acabar com terceirização em aeroportos» TCU manda acabar com terceirização em aeroportos

A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...

Nacional

Escola terá nome de agentes federais mortos no Amazonas» Escola terá nome de agentes federais mortos no Amazonas

O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos

Nacional

Vossa senhoria, o delegado» Vossa senhoria, o delegado

Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.

Home » Notícias » Nacional » Investigados patrocinam encontro da Polícia Federal

Nacional

07/11/2009


Encontro da PF?

Investigados patrocinam encontro da Polícia Federal »



Foto: ADPF

Dos 6 patrocinadores do 4º Congresso Nacional de Delegados de Polícia Federal, realizado entre terça-feira e ontem, em Fortaleza (CE), pelo menos 3 fazem ou já fizeram parte de investigações feitas pela PF: CBF (Confederação Brasileira de Futebol), CEF (Caixa Econômica Federal) e Petrobras.


A previsão de arrecadação total com patrocínios é de R$ 660 mil, mas nem todos já depositaram o valor compromissado na conta da entidade promotora do evento, a ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), segundo informou a Diretoria Financeira.

 

A organização do encontro, que inclui o trabalho de captação de recursos, segundo o presidente da associação, delegado Sandro Avelar, foi feita pela Haia Eventos & Turismo. "Não vejo nenhum conflito de interesses. Estamos trabalhando dentro da maior transparência, com as portas abertas e com a participação da imprensa", disse Avelar.

 

"Nenhuma entidade consegue fazer um evento deste porte sem o apoio de patrocinadores. Estamos discutindo assuntos de interesse nacional", afirmou o presidente da associação, referindo-se ao tema central do encontro, que é o combate à impunidade. Responsável pela Haia, Celina Frossard não respondeu a recados deixados pela Folha nos três últimos dias.

 

O nome dos patrocinadores foi estampado no site da associação, em panfletos e camisetas distribuídos no evento -que não se realizava havia cinco anos-, bem como em um painel no local.

 

A CBF foi a entidade que deu o maior patrocínio: R$ 300 mil. O presidente da confederação, Ricardo Teixeira, participou ontem, no encerramento do encontro, de um painel no qual foi discutido o tema segurança em grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016. Ele não quis comentar o assunto.

 

Teixeira foi investigado pela Polícia Federal desde o final da CPI do Senado, em 2001, quando relatório da comissão recomendou ações contra o dirigente e seus subordinados por crimes como evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

 

Foram abertos desde então dez inquéritos na PF referentes a assuntos levantados pelo Congresso. Mas, em 2005, a PF recomendou o arquivamento de todos eles.

 

O Ministério Público Federal não concordou com a decisão e pediu a reabertura de alguns deles. A solicitação não foi acatada. Questionado ontem pela Folha, o Ministério Público Federal do Rio de Janeiro informou que não tem conhecimento de nenhuma investigação relacionada a Teixeira em andamento na polícia.

 

Em 2007, a Petrobras (R$ 30 mil de cota de patrocínio) foi alvo da Operação Águas Profundas, que investigou fraude a licitações na compra de plataformas. Por meio da assessoria, a Petrobras negou haver conflito de interesses e afirmou que não foi investigada na Operação Águas Profundas. Pelo contrário, afirmou a assessoria, a estatal colaborou com o trabalho da Polícia Federal.

 

Já a Caixa é alvo de inquérito, instaurado em 2004, relacionado à renovação de um contrato para o gerenciamento do sistema de loterias.

 

Em nota à Folha, o banco informou que recebeu proposta de patrocínio no valor de R$ 30 mil, que "foi analisada e aprovada pelo comitê de patrocínios do banco com o objetivo de divulgar a imagem institucional, obter retorno mercadológico decorrente de ações desenvolvidas com o segmento, bem como a oportunidade para divulgação de produtos e serviços durante o evento".

 

Os demais patrocinadores são: Souza Cruz (R$ 100 mil) , Governo do Estado do Ceará (R$ 100 mil) e Banco do Nordeste (R$ 100 mil).

 

A última informação disponibilizada pela associação dos delegados é que estavam confirmados os depósitos somente das cotas da CBF e da Souza Cruz. Os outros teriam assumido o compromisso de pagar.

Fonte: Folha de S. Paulo

   Enviar para Facebook Enviar para Facebook Imprimir

Efetue Login para ler os Comentários.