Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos
Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.
28/01/2010
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Por sorte, a ação desencadeada por policiais militares e civis de Manaus, na noite da última sexta-feira, dia 22, não resultou em tragédia para o presidente do Sindicato dos Policiais Federais e da Associação dos Policiais Federais do Amazonas, Nelson Oliveira da Silva, e seus familiares.
Durante a operação, denominada “Guardião 2”, os policiais estaduais invadiram a casa do policial federal, sob o argumento de que alguém teria atirado contra as viaturas policiais. Os vizinhos avisaram aos policiais que se tratava da residência de um policial federal.
Em seguida, apesar de não haver indícios de que disparos de arma de fogo realmente tivessem sido feitos a partir do imóvel, um delegado da Polícia Civil que participava da operação ligou para outro policial federal, informando que “um policial federal estava trocando tiros”.
Apesar dos apelos do policial federal que atendeu o telefonema do delegado, para que a residência do presidente do Sinpef/AM não fosse invadida, os policiais prosseguiram na busca pelo suposto atirador. No interior da casa foram efetuados vários disparos de pistola calibre .40 e de espingarda calibre 12, além da utilização de gás de pimenta.
Um coronel da PM amazonense também ligou para o plantão da superintendência regional da PF, dando conta que “um policial federal embriagado estava trocando tiros com policiais militares e civis”
No momento da invasão, a única pessoa que se encontrava na casa era uma senhora de 72 anos, sogra do policial federal. O policial federal Nelson Oliveira estava no clube dos servidores da PF e só tomou conhecimento do fato uma hora depois.
Em ofício encaminhado à Fenapef, o presidente do Sinpef/AM manifesta sua preocupação quanto aos motivos de tanta violência. Ele cobrou da PF uma investigação rigorosa para apurar o fato e punir os responsáveis por tamanha arbitrariedade. ”Somos sabedores que a Policia Federal vem realizando operações, que desagradam muitas pessoas, inclusive maus policiais”, afirmou ele. “Se eu estivesse em casa no momento da barbárie, estaria vivo ou morto?”, questiona Nelson Oliveira.
Diante da gravidade do fato, a Fenapef compartilha da indignação do presidente do Sinpef/AM e considera inconcebível que em pleno século XXI, residências sejam invadidas, no período noturno, sem ocorrência de flagrante delito ou ordem judicial e espera que as medidas cabíveis sejam tomadas.
Fonte: Agência Fenapef com informações do Sinpef/AM