Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos
Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.
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Milhares de automóveis, armas, computadores e outros bens apreendidos em função de ações judiciais já alcançam um valor em torno de R$ 1 bilhão, de acordo com dados constantes do Sistema Nacional de Bens Apreendidos (Snba), instituído pelo Conselho Nacional de Justiça. O sistema foi criado para coordenar os registros desses bens, que abarrotam os depósitos judiciais, em razão de processos relativos a casos de roubo, estelionato e tráfico de drogas, em sua maioria. Resumo do último balanço do Snba, divulgado pela Assessoria de Comunicação Social do CNJ, revela que os bens apreendidos pela Justiça federal equivalem a R$ 793,1 milhões. Já na Justiça estadual as apreensões somam R$ 207,6 milhões.
No total, a Justiça federal armazenou 38,6 milhões de produtos e bens e a Justiça estadual 4,4 milhões. Os dados enviados ao CNJ pela Justiça estadual dão conta da apreensão de 15 mil veículos, 642 mil computadores e componentes, além de 665 mil armas e acessórios. Na Justiça Federal, estão retidos 1,3 milhão de computadores e acessórios, 1,1 milhão de aparelhos eletrônicos, 195 embarcações, 4 mil veículos e 92 mil animais.
Segundo a juíza auxiliar da Corregedoria do CNJ, Salise Monteiro Sanchotene, o maior problema gerado pela apreensão judicial de bens é a falta de destinação. Do total levantado pelo SNBA, 93% (avaliados em R$ 908,6 milhões) estão “parados”, no aguardo da conclusão dos processos.
– O único caso em que o juiz pode autorizar a alienação do que foi apreendido no curso de um processo é o de apreensão relacionada ao tráfico de drogas – explica Salise. – Mesmo assim, o juiz tem de analisar caso a caso, e proferir uma decisão muito bem fundamentada, que ainda será submetida ao tribunal. Esse trâmite possibilita a deterioração de muitos bens, que são guardados ou armazenados de forma inadequada.
Para a juíza, o problema seria amenizado com a aprovação do Projeto de Lei 150/2006, de autoria da senadora Serys Shlhessarenko (PT-MT), que já passou pelo Senado, está em tramitação na Câmara dos Deputados, e conta com o apoio do CNJ. Pelo projeto, determinados bens poderiam ser alienados no curso dos processos, os valores depositados em juízo, e devolvidos aos réus, com correção, nos casos de absolivição.
De acordo com os dados mais recentes divulgados pelo CNJ, o Tribunal de Justiça de São Paulo tem um estoque de 899 mil bens apreendidos; o do Distrito Federal de 17,5 mil bens; o do Amazonas de 5,6 mil bens e produtos. Na Justiça federal, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná) registra 35,1 milhões de bens “sub judice”; o TRF da 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul) tem 2,3 milhões na mesma situação.
O Sistema Nacional de Bens Apreendidos foi criado pelo CNJ em dezembro de 2008, e tem como objetivo incluir, em uma única base de dados, tudo o que foi recolhido pela Justiça em procedimentos criminais. A Resolução nº 63 do conselho regulamentou o funcionamento do Snba e fixou o dia 31 de julho do ano passado como prazo final para que os tribunais inserissem as informações no sistema. Desde então, o banco vem sendo atualizado mensalmente.
Fonte: Jornal do Brasil