OPF

HUMOR

LEITURA E LAZER

NÍVEL SUPERIOR

VEJA TAMBÉM

Sindical

Superintendente da PF manda punir servidor por participar de reunião sindical» Superintendente da PF manda punir servidor por participar de reunião sindical

Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.

Nacional

TCU manda acabar com terceirização em aeroportos» TCU manda acabar com terceirização em aeroportos

A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...

Nacional

Escola terá nome de agentes federais mortos no Amazonas» Escola terá nome de agentes federais mortos no Amazonas

O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos

Nacional

Vossa senhoria, o delegado» Vossa senhoria, o delegado

Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.

Home » Notícias » Nacional » Tarso recebe homenagem em evento de anistia com choro, canções e discursos

Nacional

05/02/2010


Despedida

Tarso recebe homenagem em evento de anistia com choro, canções e discursos »



Ao som da "Canção da América" ("Amigo é coisa para se guardar...") e com discursos entrecortados por lágrimas, o ministro da Justiça, Tarso Genro, participou ontem de sua última Caravana da Anistia, evento itinerante que analisa pedidos de anistia. Foi sua despedida da pasta: ele será candidato ao governo do Rio Grande do Sul.


O presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão, não se conteve e chorou duas vezes. Ele agradeceu a Tarso por ter orientado a comissão a "priorizar a anistia dos trabalhadores". No evento, realizado no Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo, foram analisados 88 pedidos, alguns para metalúrgicos. Até hoje, a comissão recebeu 55 mil processos e deferiu 35 mil pedidos -dos quais, 11 mil com reparação financeira.

Ontem, o ministro da Justiça ganhou presentes de funcionários da comissão e um vídeo de homenagem. "Com o senhor e ao seu lado, nós descobrimos que a política vale a pena", declarou Abrão.

O ato foi apresentado pela atriz Zezé Mota. Ela também chorou após a apresentação do documentário e cantou a música "Senhora Liberdade" ("Abre as asas sobre mim...").

O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT), brincou: "Até parece que o Tarso vai parar, quando ele irá ser governador do Rio Grande do Sul".

Paulinho disse que irá "fazer de tudo" para seu partido apoiar a candidatura do petista. O cenário é improvável. Se o prefeito de Porto Alegre, José Fogaça (PMDB), renunciar ao mandato para disputar o governo, seu vice, José Fortunati (PDT), assume a prefeitura e deve apoiar o colega.

O presidente da Força aproveitou para reproduzir o discurso do medo e levantar a possibilidade de retrocessos, caso a candidata petista ao Planalto, a ministra Dilma Rousseff (Casa Civil), não seja eleita. "Por isso nosso partido foi o primeiro a decidir a apoiar desde já uma das pessoas que enfrentou a ditadura, a companheira Dilma Rousseff. Não podemos permitir o retrocesso", afirmou.

Em entrevista coletiva, Tarso disse que aquele não era o primeiro evento da sua candidatura, "mas o ato final da permanência no ministério". Disse ainda que a candidatura do deputado Ciro Gomes (PSB-CE) à Presidência não enfraquece a de Dilma.

Tarso afirmou que Ciro é um aliado do governo e que gostaria que ele estivesse no mesmo palanque que Dilma.

Fonte: Folha de S. Paulo

   Enviar para Facebook Enviar para Facebook Imprimir

Efetue Login para ler os Comentários.