Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos
Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.
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A diretoria do Sindicato dos Policiais Federais, SINDPOLF/SP assinou hoje, 8, um contrato com um escritório de advocacia para ampliar o atendimento aos sindicalizados. A empresa em questão possui 48 advogados e bases espalhadas em todas regiões do interior paulista. "Vamos poder oferecer um atendimento amplo, personalizado e sem custo aos sindicalizados", diz o presidente do SINDPOLF/SP, Rogério Almeida Lopes.
As Delegacias Regionais irão se beneficiar do serviço porque em todas as regiões há um profissional para atendimento, sem a necessidade do sindicalizado se deslocar de sua cidade. "Fazemos um bom trabalho com a equipe atual e isso gerou uma demanda acima do normal. O escritório vem ampliar nossa atuação e suprir eventuais falhas", diz o diretor jurídico do SINDPOLF, Alexandre Sally.
O SINDPOLF/SP lembra que este serviço é sem custo para o sindicalizado apenas em questões trabalhistas. Para outras áreas do Direito serão cobradas as custas processuais.
Fonte: Agência Fenapef com SINDPOLF/SP