Os pequenos João Andrei, 12 anos; Regina de Souza, 11 anos; e Camila Cruz, 7 anos, são três dos 18 estudantes que irão estudar na escola Agente Federal Mauro Lobo inaugurada no último domingo, 5, na comunidade do Divino Espírito Santo, no município de Manacapuru, a 84 km de Manaus. As crianças terão também uma biblioteca cujo nome
A Diretoria Executiva da Federação Nacional dos Policiais federais realiza a primeira reunião do Conselho de Representantes via videoconferência. O objetivo é assegurar maior interação, agilidade e democratização nas discussões dos temas de interesse dos policiais. O encontro ‘’virtual’’ acontece na próxima quinta-feira, às 10h30min e será o primeiro teste
Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
Na manhã do último sábado, 3, a Presidenta do SINDIPOL/BA, Rejane Peres, impediu que policiais federais fossem para as ruas, nas viaturas ostensivas, ao alertá-los que a maioria dos coletes balísticos estavam vencidos. Esta não é a primeira vez que o sindicato presencia situações referentes à falta de coletes. Em outubro...
O subprocurador-geral da República Carlos Eduardo Vasconcelos encaminhou ao Superior Tribunal de Justiça denúncia contra dois desembargadores do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, um juiz federal de Minas Gerais e servidores do Judiciário daquele estado, acusados de montar um esquema de venda de liminares e sentenças para a liberação indevida do Fundo de Participação dos Municípios a prefeituras mineiras em débito com o Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS). Os magistrados visados são os desembargadores Francisco de Assis Betti e Ângela Maria Catão Alves, e o juiz Weliton Militão dos Santos, titular da 12ª Vara Federal de Minas Gerais.
De acordo com trechos da denúncia, divulgada pela Assessoria de Imprensa da Procuradoria-Geral da República, o esquema permitiu a expedição ilegal de certidão negativa de débitos e a exclusão do nome das cidades do Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). O FPM é uma transferência constitucional composta de 22,5% da arrecadação do imposto de renda e do imposto sobre produtos industrializados. A distribuição dos recursos aos municípios é feita de acordo com o número de habitantes. Os fatos foram investigados durante a Operação Pasárgada, deflagrada em 2008.
Ainda conforme o subprocurador Carlos Eduardo Vasconcelos, a estrutura e sofisticação do esquema se ajusta à definição de organização criminosa formulada pela Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional (Convenção de Palermo), promulgada no Brasil pelo Decreto nº 5.015/2004. Para elaborar a peça acusatória, ele baseou-se em interceptações telefônicas e telemáticas, quebras de sigilo bancário e fiscal, interceptações ambientais de sinais eletromagnéticos, óticos e acústicos e farta documentação arrecadada em dezenas de diligências de busca e apreensão. Todas essas medidas foram devidamente precedidas de decisões judiciais fundamentadas e minuciosamente analisadas em termos circunstanciados ou relatórios de vigilância elaborados pela Polícia Federal.
O MPF requereu, até o julgamento do processo pelo STJ, o imediato afastamento de suas funções dos magistrados e do oficial de Justiça Aníbal Brasileiro, sob o argumento de que “a dignidade da Justiça, já tão escarnecida pelos denunciados, não permite que se aguarde o futuro recebimento da denúncia para suspendê-los de suas funções”, até por que “a prova é robusta e não comporta tergiversações”.
O recebimento da denúncia será decidida pela Corte Especial do STJ, e o relator do processo é o ministro Nilson Naves.
Fonte: Jornal do Brasil