Os pequenos João Andrei, 12 anos; Regina de Souza, 11 anos; e Camila Cruz, 7 anos, são três dos 18 estudantes que irão estudar na escola Agente Federal Mauro Lobo inaugurada no último domingo, 5, na comunidade do Divino Espírito Santo, no município de Manacapuru, a 84 km de Manaus. As crianças terão também uma biblioteca cujo nome
A Diretoria Executiva da Federação Nacional dos Policiais federais realiza a primeira reunião do Conselho de Representantes via videoconferência. O objetivo é assegurar maior interação, agilidade e democratização nas discussões dos temas de interesse dos policiais. O encontro ‘’virtual’’ acontece na próxima quinta-feira, às 10h30min e será o primeiro teste
Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
Na manhã do último sábado, 3, a Presidenta do SINDIPOL/BA, Rejane Peres, impediu que policiais federais fossem para as ruas, nas viaturas ostensivas, ao alertá-los que a maioria dos coletes balísticos estavam vencidos. Esta não é a primeira vez que o sindicato presencia situações referentes à falta de coletes. Em outubro...
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Para desmontar parte das bombas-relógio do sistema penal brasileiro - que hoje registra 500 mil crimes pendentes de julgamento e 209.126 presos provisórios -, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve aprovar hoje uma série de propostas para reformar a política de cumprimento de penas no País. No pacote de sugestões que deverão ser encampadas pelo CNJ estão o monitoramento eletrônico de presos, a negociação de penas e o pagamento de fiança para todo tipo de crime. Para valer, parte das medidas depende de aprovação do Legislativo.
Uma das mais polêmicas propostas é a que cria o monitoramento eletrônico de presos. Se concordar com esse tipo de vigilância, o preso que cumpre pena em regime aberto - trabalha de dia e volta para o albergue à noite - poderá ser transferido para o regime domiciliar.
"O cumprimento de pena em regime aberto, com recolhimento noturno à casa do albergado, segundo entendimento consensual dos juízes com exercício em varas de execução penal, não tem se mostrado medida eficaz, ademais de alimentar a criminalidade. O ideal, nesses casos, é que o regime aberto seja cumprido mediante recolhimento domiciliar, com a fiscalização por meio de monitoramento eletrônico", propõe o Plano de Gestão Criminal coordenado pelo conselheiro do CNJ Walter Nunes.
Para o ministro Gilmar Mendes, que preside o CNJ e o Supremo Tribunal Federal, o plano de gestão "é mais um resultado positivo do mutirão carcerário, que revelou uma série de falhas na Justiça criminal do País". "Este ano, para nós, é o ano da Justiça criminal. Não só na perspectiva de direitos humanos como na perspectiva de segurança pública."
No documento, o CNJ reconhece que o monitoramento eletrônico tem sido criticado por juristas, sob o argumento de que seria aviltante e provocaria constrangimentos no convívio social, independentemente do equipamento que seria usado - tornozeleira, pulseira ou colar. "Mas não se pode deixar de reconhecer que não há nada mais agressivo à dignidade humana do que a prisão, especialmente em razão das precárias condições carcerárias em nosso País", alerta o CNJ.
Para incentivar a contratação de presos e ex-presos, o conselho sugere que sejam dados incentivos fiscais para as empresas contratantes. Esse incentivo poderia ser uma redução sobre as contribuições da folha de pagamento.
Outra novidade proposta pelo CNJ é a negociação da pena, o que já existe em países como os Estados Unidos. Nos crimes em que a pena mínima for igual ou inferior a dois anos, o Ministério Público deverá propor a suspensão do processo por 2 a 4 anos, desde que o acusado não esteja sendo processado ou não tenha sido condenado por outro crime doloso.
O CNJ também quer uma alteração na política de pagamento de fianças no País. Conforme a proposta do conselho, a fiança deve ser prevista para toda espécie de crime, principalmente os mais graves e de ordem financeira, como lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, contra o sistema financeiro e corrupção. Essa fiança deve garantir à vítima o ressarcimento, pelo menos em parte, do prejuízo provocado pelo crime. Para proteger magistrados em situação de risco, uma das providências em estudo é fazer com que integrantes de grupos criminosos sejam julgados por órgãos colegiados, e não por um único juiz.
Fonte: Estado de S. Paulo