Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos
Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.
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A reação à ideia de suspender a votação de propostas de emenda constitucional (PEC) até as eleições foi forte o suficiente para que os líderes dos partidos recuassem e adiassem em 20 dias a decisão sobre o assunto. Nesse prazo, os líderes irão verificar quais das 62 PECs em tramitação na Câmara serão votadas até outubro. Por enquanto, uma delas está garantida: a que estabelece um piso salarial para policiais militares e bombeiros. O governo, porém, deverá propor aos militares que a especificação do valor seja excluída do projeto.
A ideia de suspender a votação partiu do líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP). O motivo é que, no ano eleitoral, os corredores da Câmara estão repletos de líderes de corporações pressionando os deputados a votarem suas reivindicações, o que tem constrangido os parlamentares. "Não podemos banalizar a discussão das PECs. Ela tem que ser bem feita e o clima eleitoral não pode fazer parte da sua discussão", disse Vaccarezza, no plenário. "A Constituição estava virando uma "farra do boi". Quando propus parar tudo é porque estava preocupado com isso", disse.
Com exceção do P-SOL, os partidos foram favoráveis á medida, sob a alegação de que estavam perdendo o controle da pauta. Até a oposição concordou. Para o líder do DEM, deputado Paulo Bornhausen (SC), a decisão pode ajudar os líderes escolherem de maneira mais organizada o que levar a plenário. "Não conseguimos mais andar na Casa sem ser assediados por alguém", afirmou. Entre os que mais têm assediado os parlamentare sestão os interessados em aprovar a PEC dos cartórios e dos agentes policiais.
Mesmo coma decisão de avaliar as PECs em 20 dias, alguns deputados protestaram. Houve até convocação de greve. "Existe uma armadilha por parte dogoverno de diluir responsabilidade de votar a proposta dos policiais militares entre todos os partidos. Mas a paternidade desse filho é do governo, que não quer votar o piso salarial dos militares. Se não votar a PEC, os trabalhadores têm que fazer uma paralisação nacional contra isso", disse o deputado Capitão Assunção (PSB-ES).
O PT se contrapôs e disse ser favorável a essa e outras PECs. "A bancadado PT não é contra essas PECs. Vamos negociar com as categorias mobilizadas", afirmou o deputado José Genoino (PT-SP).
Fonte: Valor Econômico