O delegado Luiz Fernando Corrêa vai entrar para história da Polícia Federal como o diretor-geral que assumiu o cargo com apoio da maioria dos servidores e irá sair com mais de 80% de rejeição. Mas engana-se quem vê o índice de rejeição do delegado Luiz Fernando apenas como resultado de sua administração. Os mais de 80% de rejeição são também o sintoma de uma polícia com servidores desmotivados e sem a devida valorização de suas funções dentro do órgão...
Historicamente, os Escrivães DE Polícia Federal sempre estiveram atrelados a uma autoridade policial. Historicamente, quando o EPF sai de férias, licença, viaja em missão, de duas uma: ou os inquéritos sob a carga daquele servidor permanecem parados (fato menos comum) ou outro escrivão é designado para acumular aquela carga (fato mais comum), o que é humanamente impossível cumprir a contento. Historicamente, quando um EPF se afasta, por qualquer motivo, quando do seu retorno, percebe que as “torres gêmeas” não caíram e, sim, foram transportadas para a sua mesa...
A revista Época desta semana ainda repercute o plebiscito que reprovou a gestão do atual diretor geral da Polícia Federal. Em nota, a revista registra a esmagadora rejeição ao DG.A publicação destaca que em 22 estados do país os servidores disseram não ao diretor.
A Vigilância Sanitária apresentou laudo reiterando várias determinações anteriores não cumpridas pelo DPF para que as instalações tivessem condições mínimas de funcionamento. “O corpo de bombeiros, depois de realizar inspeção informou que caso a custódia não seja totalmente reformada ou fechada pode haver interdição de todo o prédio da Delegacia”, revela a delegada sindical Bibiana Orsi...
11/03/2010
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Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público Federal, na Bahia, desencadearam hoje, 11, a Operação "Malus", para combater o descaminho, evasão de divisas e crimes contra a ordem tributária praticados por empresários baianos que atuam no ramo de informática. A PF cumpre 18 mandados de busca e apreensão.
As investigações tiveram início a partir de documentos apreendidos em Miami e nos Estados Unidos (durante a Operação Dilúvio) e encaminhados à Procuradoria da República no estado da Bahia.
Segundo relatório elaborado por órgão de inteligência da Receita Federal, o material apreendido demonstra a existência de operações clandestinas de comércio exterior realizadas entre empresários baianos e empresas sediadas nos EUA.
O nome da operação remete a macieira (Malus sylveltris), árvore cujo fruto é o símbolo da principal marca de equipamentos de informática comercializada pelos empresários. Todo o material apreendido será analisado pela PF, com o auxílio de servidores da Receita, para, posteriormente ser apresentado ao MPF.
Fonte: Agência Fenapef com Comunicação Social DPF/BA