Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos
Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.
Se o Congresso aprovar o projeto que dá poderes de polícia a procuradores da Fazenda, dificilmente o Supremo Tribunal Federal (STF) dará o seu aval para que os agentes fiscais penhorem bens e arrombem portas sem autorização judicial.
Ministros do Supremo Tribunal Federal consultados ontem pelo "Estado" disseram que o modelo proposto pelo governo é inspirado nos Estados Unidos, onde a Receita tem amplos poderes para fechar o cerco a contribuintes.
No entanto, segundo eles, o modelo constitucional brasileiro impede que os fiscais saiam agindo como polícia. Um dos ministros disse que não é totalmente contra o projeto que cria um banco de dados de informações financeiras e patrimoniais dos contribuintes.
"Faz sentido um órgão que é o fiscal das finanças, da arrecadação, não ter acesso aos dados? Faz sentido o órgão perceber as irregularidades e ficar com as mãos atadas?", indagou. No entanto, ele acha exagero penhorar bens e arrombar portas.
Fonte: Estado de S. Paulo