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Home » Notícias » Nacional » Cartunista Glauco e filho são mortos

Nacional

12/03/2010


Violência

Cartunista Glauco e filho são mortos »



O cartunista Glauco Villas Boas, de 53 anos, e o filho dele, Raoni Ornellas Pires Villas Boas, de 25 anos, foram mortos a tiros na madrugada desta sexta-feira durante uma tentativa de assalto à casa da família em Osasco, na Grande São Paulo.

 

De acordo com informações passadas por uma testemunha à polícia, três homens chegaram à residência do cartunista, no bairro de Santa Fé, zona norte da cidade, em um Gol cinza.

 

Villas Boas teria sido agredido pelos assaltantes e, ao tentar pedir para que fosse levado para sacar dinheiro e a mulher e os filhos pudessem ficar em casa, foi atingido por quatro disparos.

 

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), Raoni também teria discutido com os criminosos e levou outros quatro tiros. O crime aconteceu por volta da 0h30.

 

Conforme a PM, quando a corporação chegou ao local, os dois já haviam sido socorridos por moradores. Eles foram levados ao Pronto-Socorro Albert Sabin, mas não resistiram aos ferimentos. Os corpos chegaram ao Instituto Médico Legal (IML) de Osasco por volta das 6h45.

 

Os criminosos fugiram e ainda não foram localizados. A testemunha que presenciou os assassinatos disse que não foi possível anotar a placa do veículo.

 

O caso foi registrado no 1º DP de Osasco como homicídio simples, mas deve ser investigado pela Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). 


Nascido em 1957, em Jandaia do Sul, no Paraná, Glauco Villas-Boas publicou sua primeira tira em 1976 no Diário da Manhã, de Ribeirão Preto. A carreira decolou após ser premiado no Salão Internacional de Humor de Piracicaba, também em 1976, e na 2ª Bienal de Humorismo y Gráfica de Cuba.

 

Villas Boas começou a publicar suas tiras no jornal "Folha de São Paulo" de maneira esporádica em 1977 e, em 1984, os desenhos passaram a ser regulares. Ele desenvolveu os personagens Geraldão, Casal Neuras, Doy Jorge, Dona Marta e Zé do Apocalipse.

 

 

Como redator, fez parte do elenco de redatores da TV Pirata, da Rede Globo. Músico, também tocava em bandas de rock.

 

 

Em parceria com os cartunistas Angeli e Laerte, lançou os "Los Três Amigos", tira com histórias sarcásticas que também eram publicadas pela Folha. Em 2006, publicou o livro "Política Zero", com 60 charges sobre a crise no governo Lula. 

Fonte: IG

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