OPF

HUMOR

LEITURA E LAZER

NÍVEL SUPERIOR

VEJA TAMBÉM

Sindical

Superintendente da PF manda punir servidor por participar de reunião sindical» Superintendente da PF manda punir servidor por participar de reunião sindical

Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.

Nacional

TCU manda acabar com terceirização em aeroportos» TCU manda acabar com terceirização em aeroportos

A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...

Nacional

Escola terá nome de agentes federais mortos no Amazonas» Escola terá nome de agentes federais mortos no Amazonas

O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos

Nacional

Vossa senhoria, o delegado» Vossa senhoria, o delegado

Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.

Home » Notícias » Geral » Exigência de curso de direito para oficiais da PM gera polêmica

Geral

07/07/2010


Minas Gerais

Exigência de curso de direito para oficiais da PM gera polêmica »



Entidades de classe contestam proposta de emenda à Constituição que torna obrigatório o título de bacharel em direito para oficiais de carreira da Polícia Militar de Minas. Com assinatura de 58 dos 77 deputados estaduais, a PEC 59/2010 está na pauta para votação em primeiro turno na Assembleia Legislativa e levantou polêmica. Integrantes de 26 instituições de representação profissional, entre conselhos, institutos e associações, reuniram-se terça-feira na sede do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas (Crea-MG) para debater o projeto.



Para os representantes de classe, ao exigir o diploma de direito para patentes que vão de segundo-tenente a coronel, a PM restringe a possibilidade de ascensão dos demais profissionais e acaba com a pluralidade de conhecimentos dentro da polícia. A corporação contesta, salientando que, para exercer funções do alto comando, os oficiais precisam ter o domínio das leis e sua aplicação.

Segundo o tenente-coronel Renato Batista Carvalhais, chefe da Seção de Recursos Humanos do Estado Maior, a exigência da graduação em direito seria específica a profissionais do quadro de carreira da PM, que atuam diretamente com a segurança pública. Os demais quadros – compostos por profissionais da saúde (médicos, odontologistas, fonoaudiólogos), especialistas (armamento, mecânica) e complementares (praças que chegam ao cargo de oficiais para complementar o quadro) – não sofrem alteração. “Para ser oficial de polícia, não basta ter noções de direito, é preciso ter conhecimento aprofundado para saber coordenar as operações. Queremos qualificar os oficiais para essa atuação”, afirma Carvalhais.

A representante do Conselho Regional de Contabilidade (CRC), Sandra Campos, discorda da obrigatoriedade do diploma para oficiais e alerta para as diversas funções que devem ser cumpridas dentro da polícia, além do direito. “A sociedade é plural e não envolve somente questões do direito. Qual seria o ganho com esta restrição?”, questiona. O presidente do Crea-MG, Gilson Queiroz, critica que faltam profissionais de diferentes áreas dentro das corporações militares. “Não questionamos a questão da qualificação profissional, mas, além da atividade judiciária, existem diversas outras profissões, que ficariam rebaixadas a cargos inferiores”, diz.

As polícias militares dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Piauí, além do Distrito Federal já cobram o curso de direito para seus oficiais. Em Minas, a proposta ainda vem acompanhada de mais mudanças, com alterações também na formação dos praças. Segundo o Projeto de Lei Complementar 61/2010, do governo do estado, que tramita junto da PEC 59, interessados em ingressar na PM precisarão ter passado pela graduação. A exigência do curso superior para praças ocorreria pouco a pouco nos concursos.

O PLC e a PEC vão ficar em discussão por mais cinco sessões, a partir desta quarta-feira, para que possam entrar em votação. Na Assembleia, a discussão também esquenta. “No dia a dia, a temática que orienta o trabalho dos oficiais é o direito. Para tirar qualquer dúvida, o projeto ainda ressalva o que é atribuição da Polícia Militar e o que é da competência da Civil”, afirma o deputado Lafayette de Andrada (PSDB), um dos autores do texto.

Fonte: Uai

   Enviar para Facebook Enviar para Facebook Imprimir

Efetue Login para ler os Comentários.