A Federação Nacional dos Policiais Federais promove entre os dias 14 e 16 de setembro o XIV Congresso Nacional dos Policiais Federais. O Congresso, que coincide com os 20 anos de fundação da entidade, terá como tema “Polícia Federal, Velhas Lutas, Novos Rumos – A Evolução do Modelo de Polícia Administrativa e Judiciária”. Um dos destaques do Congresso será o debate sobre o modelo de Polícia Federal para o...
O pagamento da GOE foi a pauta de uma reunião no STJ entre o secretário geral da Federação Nacional dos Policiais Federais, João Valderi de Souza e o desembargador Celso Limongi. Acompanhado do advogado Gustavo Veloso, do presidente e o diretor jurídico da Ansef, Ivo Pereira e Paulo Cesar Matias, Valderi tratou especificamente das ações e dos recursos especiais da GOE...
A Federação Nacional dos Policiais Federais vem a público denunciar a tentativa de criação de um novo "trem da alegria" no Brasil. Trata-se da Proposta de Emenda à Constituição nº 549/2006, que transforma a atividade policial dos delegados em "carreira jurídica" e equipara, num passe de mágica, os salários dos delegados da Polícia Federal e das Polícias Civis aos dos membros do Ministério Público...
O ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes, confirmou presença no XIV Congresso Nacional dos Policiais Federais (Conapef). O Congresso acontece entre os dias 14 e 16 de setembro em Brasília e irá debater entre outros temas a aposentadoria especial dos policiais federais
15/07/2010
Uma brasileira presa há dois meses nos Estados Unidos suspeita de liderar um esquema de fraude em vistos fez um acordo com a Justiça e pagará US$ 55 milhões (R$ 96 milhões) de multa.
Valéria Barbugli admitiu culpa, seguirá presa e responderá a processo. O dinheiro, avaliado como lucro do crime, ressarcirá vítimas.
Ela foi presa porque o Ministério Público de SP e o consulado americano descobriram em 2009 um esquema que lesou 9.000 brasileiros.
O marido e o filho de Valéria também estão presos nos EUA. A Folha não localizou seus advogados ontem.
A fraude consistia na falsificação de documentos e venda de empregos falsos.
Um advogado recebia de uma empresa o pedido para levar 50 funcionários. Depois, adulterava o documento e obtinha autorização do governo americano para contratar 200. O consulado concedia os 200 vistos, mas, ao chegar nos EUA, 150 pessoas estavam sem trabalho.
Agências brasileiras vendiam pacotes por até R$ 15 mil. No Brasil, 18 são investigados e tiveram bens bloqueados. Os suspeitos também agiam em outros países.
Fonte: Folha de S. Paulo