Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
O Sindicato dos Policiais Federais no Amazonas e a Federação Nacional dos Policiais Federais promovem no próximo domingo, 5, a solenidade de inauguração da Escola de Educação Infantil, que levará o nome dos agentes federais Mauro Lobo e Leonardo Matsunaga. A escola fica localizada numa comunidade pertencente ao município de Manacapuru. Os agentes federais Mauro Lobo e Leornardo Matsunaga Yamaguti foram mortos
Durou pouco a regra instituída na Polícia Federal de Minas Gerais, que obrigava repartições do órgão a tratar delegados pelo apodo de “excelência”. O superintendente da Polícia Federal em Minas Gerais, Fernando Duran, resolveu corrigir o corregedor que baixou a norma.
Nos três primeiros dias de funcionamento, os juizados especiais instalados sexta-feira em aeroportos do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília atenderam a 150 casos, sendo 79 de passageiros com problemas efetivamente relacionados a companhias aéreas. Destes, 27 ou 34,2% foram solucionados de imediato, por meio de conciliação. Nos outros casos, os reclamantes apresentaram pedido para dar início a um processo no juizado mais próximo de seu domicílio.
Houve ainda situações em que o passageiro desistiu ou em que as empresas pediram prazo para analisar o caso.
Entre os principais problemas levados aos juizados estavam atrasos de voos, extravio de bagagens e overbooking. O aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP), teve o maior número de casos. Entre sextafeira e domingo foram 36 reclamações, das quais 16 resultaram em acordo.
Em Brasília, o Juizado Especial do aeroporto Juscelino Kubitschek atendeu 24 reclamações. Houve seis acordos, e 10 casos foram encaminhados para audiências.
Em oito reclamações, as empresas solicitaram prazo para atender aos pedidos dos clientes.
No aeroporto Tom Jobim, no Rio, 18 pessoas foram atendidas, e 12 delas formalizaram reclamações.
Houve acordo em quatro casos, e seis foram encaminhadas ao Tribunal para instauração de processo.
Em um dos casos, o conflito foi solucionado diretamente entre o passageiro e a empresa aérea.
Em outro, houve desistência do autor. No Rio, a situação mais tranquila ocorreu no Aeroporto Santos Dumont, onde não houve reclamações na sexta-feira, e o serviço não funcionou no fim de semana.
Fonte: Jornal de Brasília