O pagamento da GOE foi a pauta de uma reunião no STJ entre o secretário geral da Federação Nacional dos Policiais Federais, João Valderi de Souza e o desembargador Celso Limongi. Acompanhado do advogado Gustavo Veloso, do presidente e o diretor jurídico da Ansef, Ivo Pereira e Paulo Cesar Matias, Valderi tratou especificamente das ações e dos recursos especiais da GOE...
A Federação Nacional dos Policiais Federais vem a público denunciar a tentativa de criação de um novo "trem da alegria" no Brasil. Trata-se da Proposta de Emenda à Constituição nº 549/2006, que transforma a atividade policial dos delegados em "carreira jurídica" e equipara, num passe de mágica, os salários dos delegados da Polícia Federal e das Polícias Civis aos dos membros do Ministério Público...
O Sindicato dos Policiais Federais em Minas Gerais consagra mais uma vitória judicial, só que dessa vez para os ‘sub judices’. A entidade obteve a confirmação da decisão que suspendeu a eficácia do artigo 35 da IN 016/2009. Os sindicalizados na condição de ‘sub judice’ continuam com o direito de participarem dos processos de remoções.
O ex-delegado chefe da Polícia Federal em Marília Washington da Cunha Menezes foi condenado novamente pela Justiça Federal de Marília a quatro anos de reclusão e ao pagamento de 15 dias-multa no valor unitário de 2 salários mínimos, em razão da prática do crime de peculato. Na sentença, o juiz federal substituto Renato Câmara Nigro, da 3ª Vara Federal da cidade...
30/07/2010
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert Gates, disse nesta quinta-feira que o FBI (a polícia federal americana) foi chamado a ajudar nas investigações sobre o vazamento de milhares de documentos secretos a respeito da guerra no Afeganistão.
"Ontem (quarta-feira) eu telefonei para o diretor do FBI, Robert Mueller, e pedi a ajuda do FBI na nossa investigação", disse Gates, em entrevista a jornalistas em Washington.
Segundo o secretário, é importante reunir todos os recursos necessários para investigar a quebra de segurança nacional.
"Este departamento está conduzindo uma investigação minuciosa e agressiva para determinar como esse vazamento ocorreu, identificar a pessoa ou as pessoas responsáveis e avaliar o conteúdo das informações comprometidas", afirmou.
Consequências
Segundo Gates, as consequências do vazamento dos cerca de 91 mil documentos secretos - divulgados no domingo pelo site Wikileaks e publicados na imprensa internacional - são perigosas para as tropas americanas, assim como seus aliados e parceiros afegãos.
"E também podem prejudicar nossos relacionamentos e nossa reputação naquela parte do mundo", afirmou o secretário.
"Fontes de inteligência e métodos, assim como táticas militares, técnicas e procedimentos serão conhecidas por nossos adversários", disse Gates.
Gates disse que o Departamento de Defesa está tomando as providências para impedir que esse tipo de episódio ocorra novamente, com o aumento da segurança nos procedimentos de acesso e transporte de informação secreta.
O secretário afirmou ainda que o episódio deve forçar as Forças Armadas a revisar o modo como repassa informações de inteligência a suas tropas na linha de frente.
"Na esteira desse incidente, será um desafio real conseguir o equilíbrio perfeito entre garantir a segurança e fornecer as informações necessárias às nossas tropas na linha de frente", disse Gates.
Documentos
Os documentos cobrem o período de janeiro de 2004 a dezembro de 2009 e trazem, entre outros dados, informações sobre mortes de civis causadas por forças americanas.
Também trazem acusações de envolvimento do serviço de inteligência o Paquistão com o grupo extremista Talebã no Afeganistão - alegação negada pelo governo paquistanês.
O fundador do Wikileaks, Julian Assange, disse que o objetivo do vazamento foi gerar um debate sobre a guerra.
Assange afirmou também que tentou assegurar que o material vazado não colocasse pessoas "inocentes" em risco e que deixou de divulgar cerca de 15 mil documentos.
No entanto, o chefe do Estado Maior das Forças Armadas americanas, o almirante Mike Mullen, disse que Assange tem "sangue nas mãos".
"O senhor Assange pode dizer o que quiser sobre o bem maior que ele e sua fonte pensam estar fazendo, mas a verdade é que eles talvez já tenham em suas mãos o sangue de alguns jovens soldados e de uma família afegã", disse Mullen.
Fonte: O Globo