Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
Você falha quando acha que está sempre seguro mesmo em sua própria casa ou realizando atividades rotineiras. Falha quando acredita que a violência só atinge as outras pessoas ou está restrita a certos lugares. Erra quando não aproveita a primeira oportunidade para reagir ou quando reage no momento errado.
"Os delegados querem isonomia com o Judiciário e o Ministério Público. Querem isso para depois pedirem aumento salarial. Sempre sonharam com isso", afirmou o presidente da Fenapef, Marcos Wink. Para ele, as formalidades do tratamento a delegados são um desserviço.
| Foto: SINPEF/MS |
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| Juiz recebe convite das mãos da diretoria executiva do SINPEF/MS |
O Juiz Federal Odilon de Oliveira confirmou a participação no XIV Congresso Nacional dos Policiais Federais, Conapef, que acontece entre os dias 14 e 16 de setembro em Brasília. A Federação Nacional dos Policiais Federais enviou o convite ao Juiz por meio da Diretoria Executiva do Sindicato dos Policiais Federais no Mato Grosso do Sul, SINPEF/MS. O Magistrado, titular da 3º Vara da Justiça Federal no estado, comporá a mesa de honra da solenidade de abertura do Conapef e ministrará palestra sobre o sub-tema:"Narcotráfico, Segurança nas Fronteiras e Polícia Federal".
Odilon de Oliveira é o magistrado mais antigo do País na esfera da 1ª Instância Federal. Em sua atuação, condenou centenas de traficantes e tirou cerca de R$ 2 bilhões de reais da mão de criminosos. O pernambucano de Exu se mudou com a família para o Mato Grosso aos 4 anos de idade.
Filho de lavradores, teve uma infância pobre, trabalhou na roça dos 7 aos 17 anos e foi alfabetizado em casa. Concluiu o ensino médio aos 24 anos e se formou em Direito pela Universidade Católica Dom Bosco, instituição particular que bancou dando aulas como professor primário em uma cidade próxima a Campo Grande.
Foi procurador autárquico federal e promotor de justiça. Em 1987, foi aprovado em concurso e tomou posse como Juiz Federal, atuando sempre na região de fronteira (Mato Grosso, Rondônia e Mato Grosso do Sul). Odilon ganhou notoriedade, principalmente entre os anos de 2004 e 2005, quando esteve em Ponta Porã, município que faz divisa com o Paraguai. Neste período, condenou mais de 100 traficantes e desarticulou quadrilhas especializadas em lavagem de dinheiro, tirando bilhões em bens das mãos de traficantes.
A bela atuação tornou Odilon o inimigo número 1 de bandidos ligados ao tráfico. Sua cabeça chegou a valer, segundo investigações da polícia brasileira e paraguaia, US$ 1 milhão, no mercado do crime de encomenda. Hoje, o magistrado é escoltado 24 horas por agentes federais, sob um forte esquema de segurança, mas ainda assim, não perdeu o gosto pela profissão.
O juiz Odilon foi um dos mais votados em enquete interna da Associação dos Juízes Federais do Brasil, AJUFE, para concorrer a vaga de Ministro do STF.
Fonte: Agência Fenapef com SINPEF-MS