Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
Você falha quando acha que está sempre seguro mesmo em sua própria casa ou realizando atividades rotineiras. Falha quando acredita que a violência só atinge as outras pessoas ou está restrita a certos lugares. Erra quando não aproveita a primeira oportunidade para reagir ou quando reage no momento errado.
"Os delegados querem isonomia com o Judiciário e o Ministério Público. Querem isso para depois pedirem aumento salarial. Sempre sonharam com isso", afirmou o presidente da Fenapef, Marcos Wink. Para ele, as formalidades do tratamento a delegados são um desserviço.
O prefeito da cidade de Dourados (MS), Ari Valdecir Artuzi (PDT), foi preso nesta terça-feira (1), pela Operação Uragano que mobiliza 200 homens da PF (Policia Federal). Os agentes estão cumprindo 29 mandatos, entre as prisões também estão empresários, servidores públicos, vereadores, secretários da prefeitura, diretores de hospitais que têm contrato com a prefeitura para o atendimento pelo SUS (Sistema Único de Saúde)
O prefeito de Dourados já era alvo de investigações da Polícia Federal, por acusações de crime de formação de quadrilha ou bando, de fraude à licitação, de corrupção, entre outros. As denúncias, vieram à tona durante a Operação Owari, no ano passado, que denunciavam um esquema que teria desviado pelo menos R$ 20 milhões dos cofres públicos. Na época, a defesa de Artuzi recorreu para que o prefeito fosse investigado apenas pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, onde o prefeito tem foro privilegiado.
A Operação Owari prendeu diversos integrantes de uma organização criminosa que composta por vários políticos, servidores públicos, empresários e profissionais liberais, com objetivo de obter benefícios juntos a prefeituras municipais através de execução de serviços públicos e exploração de atividade funerária.
A organização tinha como principal objetivo obter benefícios de forma ilícita junto a prefeituras municipais, principalmente com relação à execução de serviços públicos, especialmente, segundo a PF, na exploração da atividade funerária. Eles praticavam os golpes há pelo menos 40 anos.
Procurada pela reportagem, a assessoria do prefeito não foi encontrada até a publicação do texto.
Fonte: R7