Três dias de suspensão foi a pena disciplinar definida pelo superintendente da PF em Minas, delegado Fernando Durán Poch, contra o agente Josias Fernandes Alves, Diretor de Comunicação da Fenapef, por ter faltado ao serviço para participar de assembleia geral da entidade, em Brasília, em 2010.
A determinação do Tribunal de Contas da União é taxativa: a Polícia Federal tem até o fim deste ano para substituir os terceirizados que atuam no controle migratório nos aeroportos por servidores contratados por concurso público. Pelo artigo 144 da Constituição, a fiscalização aeroportuária é atribuição da PF, indelegável...
Você falha quando acha que está sempre seguro mesmo em sua própria casa ou realizando atividades rotineiras. Falha quando acredita que a violência só atinge as outras pessoas ou está restrita a certos lugares. Erra quando não aproveita a primeira oportunidade para reagir ou quando reage no momento errado.
"Os delegados querem isonomia com o Judiciário e o Ministério Público. Querem isso para depois pedirem aumento salarial. Sempre sonharam com isso", afirmou o presidente da Fenapef, Marcos Wink. Para ele, as formalidades do tratamento a delegados são um desserviço.
De olho nas eleições de 2010, políticos da cidade de Solânea, na Paraíba, e de municípios vizinhos estão fazendo qualquer negócio para garantir a vitória no pleito. Segundo denúncias do juiz Osenival dos Santos Costa, da 48ª Zona Eleitoral da Paraíba, a campanha eleitoral na região é motivada pela compra de votos por crack. O esquema seria montado com a participação de traficantes, políticos e mototaxistas, que trabalhariam como olheiros para os líderes da quadrilha.
É uma verdadeira farra, resumiu o magistrado.
Segundo o juiz, a situação vem se repetindo ao longo dos anos e acaba não tendo fim por falta de denúncias concretas. Em 2008, soubemos do fato e ele se repete nos quatro cantos da cidade, explicou.
Sabemos que isso acontece principalmente porque Solânea está na rota do tráfico e a presença do crack é forte. Para os que não são usuários de droga, as ofertas de compra de voto são negociadas com dinheiro mesmo. Os preços variam entre R$ 1 mil e R$ 3 mil, de acordo com o juiz. São os motoqueiros que levam o dinheiro ou a droga, denunciou. Ele afirmou que ontem, dia emque a Polícia Federal esteve no município para a realização de audiências com a população, a passagem de pessoas emmotocicletas pelo local foi constante durante toda a reunião. Eles paravam, olhavam e iam embora levando as informações, contou.
Fonte: Correio Braziliense