Agente da PF há quatro anos em Foz do Iguaçu (PR), Bibiana Orsi enumera os problemas. "Os coletes atendem só a metade do efetivo aqui. E muitos deles estão vencidos. Quando chove, nosso posto na Ponte da Amizade fica inundado. Os veículos são velhos, falta combustível. O diretor de Relações do Trabalho da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Francisco Sabino....
O Brasil não pode, sobremaneira, proibir o direito de greve para os servidores públicos. A categoria não pode simplesmente ser impedida de fazer paralisações. Seria um erro grosseiro da nossa parte. Agora, sejamos honestos, é preciso, sim, que exista regulamentação para que esses brasileiros, trabalhadores que prestam serviços
Na tarde desta quinta-feira a Federação Nacional dos Policiais Federais encaminhou cópia do relatório do TCU sobre a situação das fronteiras do país. O texto reforça as denúncias feitas pela Federação sobre o estado de abandono das fronteiras do país. “Esperamos que este relatório sirva como combustível para que mudanças sejam feitas na política de investimentos na Polícia Federal
Os primeiros tiros contra o ex-todo-poderoso da PF partiram, nessa segunda-feira de Carnaval, justamente de seus ex-comandados. A maior entidade de classe da Polícia Federal, a Fenapef, que congrega quase 15 mil policiais em todo o Brasil, atirou na testa do ex-diretor. “Fontes ouvidas pela Agência Fenapef, confirmam que o Comitê, por unanimidade de seus membros, teria resolvido afastar...
A comemoração do governo do Estado de São Paulo com a queda no número de homicídios esconde um dado preocupante e que merece estudo: os crimes contra o patrimônio e os latrocínios (roubos que acabam em morte) estão aumentando -acréscimo de 20,9% neste último, de 2010 para 2011.
O latrocínio é o crime que mais apavora as classes média e alta.
Enquanto nos assassinatos sem motivação econômica muitas vezes a vítima e o matador se conhecem (são resultados de brigas de bar, entre vizinhos ou de marido e mulher), o latrocida pode estar em qualquer lugar e agir a qualquer momento.
Além disso, a sociedade vive com a esperança de que esse tipo de crime caia com a melhora das condições econômicas (mais emprego e menos desigualdade), o que não está acontecendo.
Há vários estudos que tentam relacionar economia e criminalidade.
A maioria usa como base pesquisas do americano Gary Becker, ganhador do Nobel de economia de 1992 e um dos pioneiros na área.
Segundo ele, o crime segue a lógica mercantil: algumas pessoas se tornam criminosas ao acreditarem que a atividade ilegal (o roubo, por exemplo) é mais vantajosa que a legal (trabalho).
Nesse raciocínio, o resultado de um roubo numa sociedade que está enriquecendo, como a paulista, tende a ser mais interessante (por ser mais lucrativo) do que numa empobrecendo.
Claro que há fatores, não apenas morais, que servem como desestimulantes.
A chance de ser pego é um deles, daí a necessidade de mais e melhor policiamento. A de ser punido, outro.
Ninguém discorda de que a impunidade provoca e eterniza a violência.
IDADE
Há outros fatores que influenciam a violência.
A demografia é um deles. Estudos apontam que, aliados a fatores econômicos, a criminalidade nos EUA caiu nos anos 1990 junto com a redução do número de jovens.
Fonte: Folha de S. Paulo