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28/06/2012



Rio de Janeiro
Pacificação do Alemão entra hoje na fase final



Mais duas Unidades de Polícia de Pacificadora (UPPs) foram inauguradas ontem no Complexo do Alemão, na Penha. Uma nos morros da Chatuba e da Caixa D"Água; e a outra, nos morros da Fé e do Sereno. O processo de pacificação da região começou em 2010, quando as comunidades foram ocupadas pelo Exército. A partir de hoje, policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) vão ocupar a Vila Cruzeiro, a Vila Proletária e a favela da Merendiba, dando início à implantação das duas últimas UPPs da região. Com as novas unidades e a chegada do Bope, o Exército deixará definitivamente as favelas do complexo.

 

Segundo a Coordenadoria de Polícia Pacificadora, cerca de 400 PMs vão integrar as duas novas UPPs, que serão comandadas pelos capitães Bruno Leite (Chatuba) e Leo Ludolff (Fé/Seremo). De acordo com um levantamento feito pelo Instituto Pereira Passos, 13.500 moradores estão sendo beneficiados. Com a inauguração da duas unidades, a região passará a contar com seis unidades instaladas e, até o fim de julho, terá um total de oito UPPs. O governador Sérgio Cabral, o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame e o comandante-geral da PM, coronel Erir da Costa Filho, participaram do evento.

 

A troca de comando será formalmente concluída no sábado, de acordo com um convênio firmado entre o Ministério da Defesa e o governo do estado. Após a ocupação das favelas do complexo, o Exército ficou responsável pelo início do processo de pacificação. As comunidades ficaram ocupadas por, em média, 1.700 militares nesse período.

 

Com as oito unidades do Alemão, serão 25 em toda a cidade. Depois das comunidades da Penha, a próxima favela a receber uma UPP deve ser a Rocinha, ocupada pela PM desde novembro do ano passado

 

PM realizou operações

 

na Vila Cruzeiro

 

Durante a manhã, policiais militares de 31 batalhões da Região Metropolitana realizaram operações simultâneas em comunidades cujos traficantes pertencem à mesma facção criminosa do bando que atuava na Vila Cruzeiro. As ações fazem parte da estratégia da PM para substituir o Exército na segurança das localidades.

 

A intenção da polícia é prender traficantes dessas comunidades que possam ter se refugiado em favelas aliadas. A ação começou na terça-feira.


Fonte: O Globo

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